A bordo do Vieira da Silva

(É raro, principalmente quando entro para o avião de autocarro, salvo seja, mas de vez quando consigo ver-lhe a graça)

Cavalheiro engraçado ao meu lado. Ele sorri pra mim, eu sorrio pra ele. Ele saca do portátil e começa a ver o Rio (ou o Rio 2, não tenho a certeza, tinha papagaios azuis dançantes)
Acabaram-se logo ali os sorrisos.
O Hitchcock é que tinha razão.

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