Treasure Hunt

Andando pela Foyles de Charing Cross Rd deparei-me com isto e de repente todo um novo mundo se abriu diante de mim, mais material para incentivar saciar a minha actual obsessão com a Grande Guerra! Finalmente, já não era preciso perguntar-me como eram os barcos de que falava Massie nos seus Dreadnought e Castles of Steel! Finalmente já não é preciso imaginar as batalhas de que fala Max Hastings no seu Catastrophe! Sempre tive muita dificuldade com isto.

Antes de mais devo dizer que esta Foyles está muito boa (acho que nunca entrei em mais nenhuma). Antes disto, até, devo dizer que adoro as livrarias de Londres, a Foyles, a Waterstones, a Daunt, são praticamente todas um prazer andar lá dentro, um prazer perder-se lá dentro. Já dizia Jorge Luis Borges e eu concordo, “Siempre imaginé que el Paraíso sería algún tipo de biblioteca.”

A Foyles foi recentemente remodelada (e ampliada… acho eu?) e são 6 pisos de livros a perder de vista. Pelas escadas acima, em jeito de decoração, estão expostos os clássicos, os Jane Austen, os Charles Dickens, os Leo Tolstoy, os Virginia Wolf, os Scott Fitzerald.

Ia em busca da Granta, na qual “tropecei” exposta sozinha numa prateleira e fui perguntar a um funcionário onde estavam as outras. Finalmente lá as encontrei (uma serie delas, na secção de antologias) e trouxe a penúltima, sobre o destino.

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